25 de fevereiro de 2010

Closed

Era a palavra que a estava na porta da loja.

Olhei para o interior e não vi nenhuma cadela que fosse parecia com aquela que eu tinha em casa à minha espera.
Nenhum animal tinha um ar tão triste como o dela.
Terei sido eu a pegar-lhe a tristeza?

Cheguei a casa e ela correu para mim, mas depressa se deixou de andar de roda das minhas pernas.
Acho que percebeu que comigo não ia brincar.

Agora está na minha cama, contra ordens da minha mãe, a olhar para mim.
Parece estar triste porque eu estou assim.

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